O que estamos fazendo de nossas vidas?
Respondendo a pergunta inicial que originou a onda (O que estamos fazendo de nossas vidas?) e acreditando que “devires” provenha de “devir” (rs…), desconfio que a humanidade pode até ter engendrado em um erro sim, e esse erro pode até vir a ser irreversível. Mas não importa, porque sempre fica a experiência registrada para as gerações futuras. Portanto estamos em um caminho respirável sim.
Essa onda começa com questionamentos sobre relações do tipo “master and servant” (ofegantes, diga-se de passagem), e é óbvio que esse tipo de relação são desconfortáveis. Embora seja mais para um lado do que para o outro, é desconfortável para os dois, arrisco dizer.
E isso leva ao pensamento de que movimentos liberalistas massivos podem ter sim se originados de descontentamentos pessoais. O impressionante é a quantidade de pessoas que se identificaram e se uniram a tais as causas, também por motivos pessoais. Mas que no final acabaram colaborando para um bem maior, ou colaborando para a causa, de fato, não mais para sí prórpio.
Movimentos que buscavam a igualdade de relacionamentos como um do tipo do gênero citado, patrão e empregado, por exemplo, culminaram nos direitos constitucionais trabalhistas.
E por isso, se torna respirável sim. E se torna porque a diferença entre os polos diminui a cada geração. A arte não pertence mais ao artista, se tornou pública. Assim como tudo mais. O que se polariza é a concentração de riquezas, e talvez este seja o fator “irreversível” do erro. Mas por outro lado, toda a riqueza é finita. Assim como o irreversível. Assim como também a distância entre os polos não será tão longínqua, logo o desconforto que preenche o espaço entre os dois pontos diminuirá.
O que estamos fazendo de nossas vidas?
- Popularizando conhecimento e oferecendo meios para pulverizá-lo.
[ interação em wave do google wave ]

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