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	<description>Lostpop Project - an oline investigation</description>
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		<title>Excêntricos Noés Open Source</title>
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		<pubDate>Sun, 21 Feb 2010 14:30:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Brevvi</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Open Source]]></category>
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		<description><![CDATA[Até pouco tempo atrás, a ideia que tinha de Open Source era de algo diretamente ligado a cultura Unix e dos hackers, e a cultura da Internet envolvendo um processo de democratização e descentralização da da tecnologia. Mas depois de conhecer um pouco mais sobre o projeto Open_Sailing.net, esses horizontes se ampliaram um pouco&#8230;
Inspirados nos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Até pouco tempo atrás, a ideia que tinha de Open Source era de algo diretamente ligado a cultura Unix e dos hackers, e a cultura da Internet envolvendo um processo de democratização e descentralização da da tecnologia. Mas depois de conhecer um pouco mais sobre o projeto <a href="http://opensailing.net/" target="_blank">Open_Sailing.net</a>, esses horizontes se ampliaram um pouco&#8230;</p>
<p>Inspirados nos tempos Apocalípticos que se anunciam, com o simbólico ano de 2012, e movidos por um espírito solidário, um grupo de jovens futurólogos liderados por Cesar Harada concluíram que os oceanos seriam os locais mais seguros para a sobrevivência humana, se uniram para criar a Open_Salling.net, um novo estilo de vida orgânico e líquido para os dias depois do fim do mundo.</p>
<p>A escolha do oceano como o porto seguro surgiu como resultado do estudo feito pela <a href="http://www.flickr.com/photos/worldworldworld/3231173007/sizes/o/">2012hopes.com</a>. A pesquisa enumerou uma série de desastres, de origem naturais, como os ventos solares e deslocamento tectônicos, desastres provocados pelo homem, como o aquecimento global, a falência do sistema monetário e a terceira guerra nuclear. E desastres causados por origem místicas, como as próprias previsões do Calendário Maya, invasões alienígenas e as profecias do Mago Merlin. E chegaram a fim de sua análise, concluindo que o lugar mais seguro para se estar seria os oceanos.</p>
<p>E assim surgiu o projeto Open_Salling, onde tudo o que eles querem é viver no mar, de forma confortável e segura, incluindo um cardápio saudável, uma vida social digna e espaço para trabalhar e brincar. Tudo isso em um mundo multicultural e multidisciplinar empenhado em criar os primeiros passos da vida no oceano.</p>
<p>Logo depois que o vulcão catastrófico explodiu, eles traçaram alguns pontos essenciais para que os sobreviventes prosperem em sua nova vida em alto mar. As fazendas flutuantes precisam garantir a sua tripulação água, alimentos, proteção, movimentação, energia, ofícios e o intercâmbio para que prosperem.</p>
<p>Aparentemente são elementos fáceis de se achar hoje em dia, principalmente para quem vive nos grandes centros urbanos. Mas não podemos esquecer que eles estão projetando uma vida plena em alto mar, onde o contato com a terra pode não existir mais. E apesar da aparente simplicidade, questões como converter água salgada do mar em água potável exige superar desafios complexos. Desafio tão grande como trocar informação entre as fazendas flutuantes utilizando internet sem fio (wi-fi) em um mundo pós-apocalíptico.</p>
<p>Por isso, o grande desafio do Open_Sailing foi criar um conjunto de inovações tecnológicas e metodologias complementares para constituir um universo de objetos inteligentes destinados a existência em alto mar. A &#8220;<a href="http://www.flickr.com/photos/worldworldworld/3693518457/sizes/l/" target="_blank">Instinctive_Architecture</a>&#8220;, para começar, é um conceito de transformar a estrutura de acordo com as condições do ambiente, o mar. Em dias de mar calmo, a fazenda se abre e colhe seus alimentos. Em um mar revolto, ela se fecha, se protege. E quando precisar se mover, a Open_Sailing se alinha com as correntes de ar e mar e se move e segue rumo ao próximo ponto.</p>
<p>Há uma sequencia de conceitos que seguem a mesma filosofia, como o &#8220;<a href="https://sites.google.com/a/opensailing.net/www/labs/energy_animal" target="_blank">Energy_Animal</a>&#8220;, que busca no eco-sistema suas fontes de energia, utilizando o ar, o mar e o sol. O &#8220;<a href="https://sites.google.com/a/opensailing.net/www/labs/life_cable" target="_blank">Life Cabble</a>&#8220;, que é unir em um único cabo, o &#8220;cabo da vida&#8221;, energia, entrada e saída de ar e água, e dados. Há também o &#8220;<a href="https://sites.google.com/a/opensailing.net/www/labs/nomadic_ecosystem" target="_blank">Nomadic Ecosystem</a>&#8220;, que é responsável por incluir objetos orgânicos na estrutura das fazendas para atrair seres vivos que lhe servirão de reserva de alimento.</p>
<p>E, ao meu ver um dos mais interessantes, o &#8220;<a href="https://sites.google.com/a/opensailing.net/www/labs/swarm_operating_system" target="_blank">Swarm_Search_Engine</a>&#8220;, que é um sistema operacional que sugere localizações seguras, além de constante reconfiguração da estrutura para otimizar a distribuição de suprimentos, energia e informação. É bom lembrar que esse sistema foi desenhado para supor a vida em um mundo parcialmente submerso, e um mecanismo de localização com esse grau de inteligência poderia proporcionar a criação de comunidades reunindo as diversas Open_Sailings espalhadas pelos oceanos da terra.</p>
<p>O projeto Open_Sailing saiu do papel em maio de 2009, com seu protótipo <a href="http://vimeo.com/4099666" target="_blank">Open_Sailing_01</a> navegando de Londres à Amsterdã. Na fase teste do projeto ainda estão previstas mais 3 viagens. Na segunda, o <a href="http://vimeo.com/4163877" target="_blank">Open_Sailing_02</a> parte de El-Jedida (Morrócos) rumo à Las Palmas, nas Ilhas Canários (Espanha). A terceira, o Open_Sailing_03 indo da Espanha à Portugal. E na quarta e última, o Open_Sailing_04 inaugura o mais longo percurso, saindo de Portugal e rumando em direção ao Brasil.</p>
<p>Ficou curioso?</p>
<p>No site temporário de <a href="http://cesarharada.com/" target="_blank">Cesar Herada</a> há vários artigos e <em>whitepapers </em>com mais informação sobre o projeto. Na entrada do site, há um aviso dizendo que seu antigo site foi hackeado, e por isso organiza em sua página web uma série de links que levam à páginas explicativas sobre as origens do projeto e vários blueprints. Um <a href="http://vimeo.com/3997279" target="_blank">vídeo interessante</a>, hospedado na Vimeo, mostra com infográficos como a coisa toda funciona.</p>
<p>Até 2012!</p>
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		<title>Filme-jogo: A Gruta</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Feb 2010 00:56:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Brevvi</dc:creator>
				<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[interativo]]></category>
		<category><![CDATA[MORPGs]]></category>
		<category><![CDATA[RPG]]></category>
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		<description><![CDATA[Récem chegado ao Youtube, o Filme-Jogo: A Gruta, é um filme interativo rodado na Gruta da Lapa, em Planaltina, Gôiania, à 70 km de Brasília, e que oferece ao jogador 11 finais diferentes e dura de 5 minutos à 40 minutos, de acordo com as escolhas feitas no decorrer da trama.
Os filmes interativos, não-lineares por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Récem chegado ao Youtube, o Filme-Jogo: A Gruta, é um filme interativo rodado na Gruta da Lapa, em Planaltina, Gôiania, à 70 km de Brasília, e que oferece ao jogador 11 finais diferentes e dura de 5 minutos à 40 minutos, de acordo com as escolhas feitas no decorrer da trama.</p>
<p>Os filmes interativos, não-lineares por natureza, apesar de não terem atingido grande popularidade ainda, surgiram pela primeira vez no final dos anos 80, com títulos como Dragon&#8217;s Lair e Space Ace, feitos em VHS &#8211; cada decisão uma fita. O Filme-jogo: A Gruta é inspirado em métodos de &#8220;role-playing game&#8221; (RPG), e permite aos jogadores mudarem o curso da história de seus personagens durante cada momento decisivo do filme escolhendo cartas e clicando em botões.</p>
<p>Essa técnica permite criar um grau de relação muito mais forte entre o jogador e o personagem vivido na história. O jogos de RPG costumam invocar um nível de imersão alto em atmosferas de jogo. Os jogadores realmente andam com os sapatos de seus personagens. E esse nível de imersão atingido com os RPGs de tabuleiros foram ultrapassados com a chegada de jogos como o Everquest, jogos massivos de RPG para se jogar online, ou MORPGs (Massively Multiplayer On-line RPG). Próximos da tela de seus computadores e usando fone de ouvidos, os jogadores se enclausuravam em um eco-sistema hermético, disputando ponto-a-ponto com personagens vividos por outras pessoas, não mais com robôs programados. Isso fez com que a inteligência dos MORPGs se tornasse unica no gênero.</p>
<p>A imersão é um ingrediente importante também no Filme-jogo: A Gruta. Ao acessar o canal Youtube do filme interativo, logo abaixo do título é possível ler as instruções de headline. &#8220;O jogo começa aqui! Apague a luz e use fones de ouvido&#8221;, sugerindo ao espectador-jogador que siga para o interior da caverna.</p>
<p>A primeira experiência do usuário é adquirida através de mensagens flutuantes sobre o teaser de introdução do filme. O narrador (se é que pode ser chamado assim), introduz o principiante às novas regras. Neste mundo, cartas e botões vermelhos mudam o destino do personagem principal, e a partir daí, a vida deste herói está em suas mãos. E essa responsabilidade ganha mais intensidade quando o jogador percebe que é responsável pela vida de uma garota loira, em fuga pela floresta à luz da lua, tendo como arma somente sue celular.</p>
<p>A criação é de Filipe Gontijo, um diretor de cinema premiado no Festival de Cinema de Brasilia, com o prêmio de melhor direção por seu curta-metragem, A Volta do Candango. Ele também é um dos fundadores da TV Univeristária de Brasilía (UnBTV), e conta que durante o Festival, as idéias que presenciou em uma mesa redonda sobre videogame e cinema, onde participavam também membros da DreamWorks e Ubisoft, foram essenciais para evoluir o grão germinador do Filme-Jogo: A Gruta.</p>
<p>Filipe também mantém um Blog sobre o filme e um canal que acabar de ir ao ar, no Youtube &#8220;Broadcast Yoursefl&#8221; (youtube.com/filmejogo). O blog do filme-jogo é bem organizado, e completo. Inaugurado em meados de 2007 (um ano depois de vencer a premiação do Festival de Cinema em Brasília), registra todo o processo de criação do projeto, onde é possível ler até alguns posts mais antigos como as chamadas para os testes de elenco, a divulgação das cotas de patrocínio, trailers e fotos tiradas durante as filmagens, além do depoimento do diretor.</p>
<p>Para ter mais informações sobre o filme-joga, A Gruta, acesse:  http://blog.filme-jogo.com.</p>
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		<title>Cheguem mais! Bem-vindos aos prósperos estúdios de R.Crumb!</title>
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		<pubDate>Sun, 31 Jan 2010 14:51:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Brevvi</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Essa semana achei um site interessante. O Amazon Comics, que apesar do nome, não tem absolutamente nenhum vínculo com o maior site de e.commerce da internet. Diria até que ruma em outra direção&#8230;
Eu estava googando à procura de novidades sobre um dos meus artístas favoritos, Robert Crumb, quando achei esse site. [Para quem não conhece [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Essa semana achei um site interessante. O Amazon Comics, que apesar do nome, não tem absolutamente nenhum vínculo com o maior site de e.commerce da internet. Diria até que ruma em outra direção&#8230;</p>
<p>Eu estava googando à procura de novidades sobre um dos meus artístas favoritos, Robert Crumb, quando achei esse site. [Para quem não conhece R.Crumb, a dica é ir direto para o site da Fatagraphics Books, que mantém uma seção biográfica sobre seus artistas, que além do próprio Robert Crumb, estão Joe sacco, Daniel Clowes, Kaz e Peter Bagge.</p>
<p>Cheguei lá clicando  em um link para a página do &#8220;Minha Vida&#8221;, a obra autobiográfica de R.Crumb também lançada no Brasil pela Conrad Editora. A princípio parecia mais um blog especializado em Graphic Novels. O próprio endereço já te induzia a esse pensamento: <a href="http://amazoncomics.blogspot.com/2009/10/hq-minha-vida-robert-crumb.html">http://amazoncomics.blogspot.com/2009/10/hq-minha-vida-robert-crumb.html</a>.  O BlogSpot.com é um nick da Blogger, que é uma empresa que teve seus direitos comprados aqui no Brasil pelas Organizações Globo: Blogger.globo.com.</p>
<p>Só que a diferença deste blog para os outros blogs especializados, é que logo ao lado da sinópse há um botão &#8220;download&#8221;, que te possibilita baixar a versão digital do trabalho do artísta. A Amazon Comics é tão especializada em Graphic Novels, que alguns dos livros que estão lá são formatados com as extensões *.cbz e *.cbr, de &#8220;Comic Book Archive file&#8221; e &#8220;Comic Book Reader file&#8221;, respectivamente.</p>
<p>Estes formatos são para fechamento de arquivos das editoras especializadas que, em fase de finalização das peças, enviam as peças fechadas nos formatos acima, geralmente para revisão ou impressão. Para conseguir ler arquivos como esse é preciso instalar um Comic Reader, como o CDisplayEx, da Progdigy, por exemplo.</p>
<p>O Amazon Comics está em português e tem trabalhos de diversos artistas, como o Angeli, Laerte, Moebius, Frank Miller e até raridades, como o Fradinho, do Henfil. E  todos com links para baixar as cópias. E impressionantemente o site ainda conta com seguidores e anúncios pagos pelo Google.</p>
<p>Esta semana (26/01), o guitarrista do Radiohead, Ed O&#8217;Obrien, declarou à imprensa que não acredita que a pirataria esteja matando a música. Segundo a nota no site da Kiss FM, rádio de São Paulo, Ed O&#8217;Obrien disse que não concorda &#8220;quando as pessoas dizem que a pirataria está matando a indústria da música. A pirataria pode não pagar por um álbum, mas as pessoas gastam dinheiro em ingressos para turnê, camisetas e coisas do gênero&#8221;.</p>
<p>Palavras de um dos integrantes da banda que rompeu seu contrato com a EMI, para oferecer a chance de escolha para sua comunidade de fãs: decidir quanto pagariam pelo download de seu último álbum, &#8220;The Rainbows&#8221;. Ainda com o adicional de que todas as faixas não estavam com proteção para cópia. O resultado foi que a banda nunca faturou tanto com venda de álbuns em sua trajetória.</p>
<p>Uma das coisas interessantes ditas por O’Brien foi sobre a questão de convergência digital: “Estamos falando de um negócio analógico numa era digital. Modelo de negócio tem que mudar. Precisamos vender a música na internet, colocar mais sites para disponibilizar isso. E temos que fazê-lo de forma mais barata para que possamos competir com os softwares de download”.</p>
<p>E enquanto o negócio não se digitaliza&#8230; Baixei minha cópia do &#8220;Minha Vida&#8221;, de Robert Crumb, e (apesar de ter sentido falta de um tablet como o Ipad ou Kindle), tive o prazer de uma boa leitura gratuita de um dos meus artistas favoritos. Fiquei tão satisfeito que entrei no site da Fatagraphics Books e comprei algumas camisetas&#8230;</p>
<p>Afinal, como disse o próprio R.Crumb em um trecho do &#8220;Minha Vida&#8230;  &#8221;Cheguem mais! Bem-vindos aos prósperos estúdios de R.Crumb! Este é o meu escritório particular&#8230; Bem classudo, hein? he, he, he&#8230;&#8221;</p>
<p>Não são os artistas que se prejudicam com isso.</p>
<p>; )</p>
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		<title>O que estamos fazendo de nossas vidas?</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Jan 2010 02:58:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Brevvi</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Respondendo a pergunta inicial que originou a onda (O que estamos fazendo de nossas vidas?) e acreditando que &#8220;devires&#8221; provenha de &#8220;devir&#8221; (rs&#8230;), desconfio que a humanidade pode até ter engendrado em um erro sim, e esse erro pode até vir a ser irreversível. Mas não importa, porque sempre fica a experiência registrada para as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Respondendo a pergunta inicial que originou a onda (O que estamos fazendo de nossas vidas?) e acreditando que &#8220;devires&#8221; provenha de &#8220;devir&#8221; (rs&#8230;), desconfio que a humanidade pode até ter engendrado em um erro sim, e esse erro pode até vir a ser irreversível. Mas não importa, porque sempre fica a experiência registrada para as gerações futuras. Portanto estamos em um caminho respirável sim.</p>
<p>Essa onda começa com questionamentos sobre relações do tipo &#8220;master and servant&#8221; (ofegantes, diga-se de passagem), e é óbvio que esse tipo de relação são desconfortáveis. Embora seja mais para um lado do que para o outro, é desconfortável para os dois, arrisco dizer.</p>
<p>E isso leva ao pensamento de que movimentos liberalistas massivos podem ter sim se originados de descontentamentos pessoais. O impressionante é a quantidade de pessoas que se identificaram e se uniram a tais as causas,  também por motivos pessoais. Mas que no final acabaram colaborando para um bem maior, ou colaborando para a causa, de fato, não mais para sí prórpio. </p>
<p>Movimentos que buscavam a igualdade de relacionamentos como um do tipo do gênero citado, patrão e empregado, por exemplo, culminaram nos direitos constitucionais trabalhistas.</p>
<p>E por isso, se torna respirável sim. E se torna porque a diferença entre os polos diminui a cada geração. A arte não pertence mais ao artista, se tornou pública. Assim como tudo mais. O que se polariza é a concentração de riquezas, e talvez este seja o fator &#8220;irreversível&#8221; do erro. Mas por outro lado, toda a riqueza é finita. Assim como o irreversível. Assim como também a distância entre os polos não será tão longínqua, logo o desconforto que preenche o espaço entre os dois pontos diminuirá.</p>
<p>O que estamos fazendo de nossas vidas?<br />
- Popularizando conhecimento e oferecendo meios para pulverizá-lo.</p>
<p>[ interação em wave do google wave ]</p>
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		<title>Desidentidade ou indentidade compartilhada?</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Jan 2010 04:25:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Brevvi</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Buscar a desidentidade, fugir do arquétipo que o próprio ser moldou em torno dele mesmo, é fugir de si prórpio, não é?
O lance é que quando se resolve fugir da imagem que ele representa, se faz porque não gostou (tardiamente) do que viu no espelho ou do que os outros viram nele. E isso só [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Buscar a desidentidade, fugir do arquétipo que o próprio ser moldou em torno dele mesmo, é fugir de si prórpio, não é?</p>
<p>O lance é que quando se resolve fugir da imagem que ele representa, se faz porque não gostou (tardiamente) do que viu no espelho ou do que os outros viram nele. E isso só aconteceria se ele, talvez, tivesse seguido o desejo de outro e não o dele próprio, em busca da criação de sua identidade. Mas mesmo assim, fugir de sua própria identidade significaria, muito provavelmente, que ele desconstruiria sua identidade atual para se reconstruir, ou construir uma nova.</p>
<p>Existe também a possibilidade do ser de personalidade forte, desde muito jovem, que não deixou-se seduzir-se por nenhum &#8220;lifestyle&#8221;, não se atachou a nenhum grupo na adolescência, e seguiu sua vida como indivíduo único (se é que existe), ficando de fora da comunidade global, ou da tendência regional. No mundo há muita gente hoje em dia, e para um convívio social saudável é preciso saber viver em comunidade. Até mesmo para que esse post viva&#8230; E um indivíduo assim, como esse descrito nesse parágrafo, é um ser de atitude não altruísta, o qual se identifica aos egoístas, mas não se desidentifica.</p>
<p>O ponto é que não se vive nos dias de hoje, se não compartilhar, seja uma idéia, ou até mesmo uma identidade. Sozinho não se move montanha. E em um mundo em crise como o nosso, se você não se identificar com alguma causa, que for, você age somente em função de si mesmo. E desse tipo de gente o mundo está cheio.</p>
<p>Acho então que o &#8216;novo&#8217; não é abdicar da auto-imagem, e sim, adotar a identidade de um grupo, ou de uma causa social, é adotar uma identidade compartilhada. </p>
<p>Do mesmo modo que o problema é justamente o oposto, o vício de possuir / criar múltiplas identidades, ou até mesmo redes das identidades de uma pessoa só, graças a adventos como as tais redes sociais. Esse vício é tão ruim quanto o indivíduo de super-identidade, o semi-deus intocável.</p>
<p>Seja qual for, a identidade é sua, e é secreta. Ninguém precisa saber. Só precisa compartilhar.</p>
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		<title>Publicidade dentro do Google Street View</title>
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		<pubDate>Sat, 16 Jan 2010 14:39:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Brevvi</dc:creator>
				<category><![CDATA[atuais]]></category>
		<category><![CDATA[user experiencie]]></category>
		<category><![CDATA[google]]></category>
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		<description><![CDATA[
O Google, como sempre maníaco por controle, descobriu no Street View a chance de literalmente &#8220;re-vender&#8221; os espaços publicitários em Outdoors que são capturados pelo o carinho vermelho durante sua missão de registrar em foto e vídeo as ruas do mundo inteiro, e jogá-los no Google Maps.
Dessa forma, uma das possibilidades é que, além de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://brevvi.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/01/Advertising-Inside-Google-Street-View.png"><img src="http://brevvi.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/01/Advertising-Inside-Google-Street-View-300x164.png" alt="" title="Advertising-Inside-Google-Street-View" width="300" height="164" class="aligncenter size-medium wp-image-201" /></a></p>
<p>O Google, como sempre maníaco por controle, descobriu no Street View a chance de literalmente &#8220;re-vender&#8221; os espaços publicitários em Outdoors que são capturados pelo o carinho vermelho durante sua missão de registrar em foto e vídeo as ruas do mundo inteiro, e jogá-los no Google Maps.</p>
<p>Dessa forma, uma das possibilidades é que, além de conseguirem bloquear anúncios gratuitos, podem ampliar a campanha de mídia de seus clientes, iniciada com o Google AdWord e o AdSense, para a o mundo real, mesmo que virtualmente.</p>
<p>Suponha que você é um anunciante do AdWord. E que seu escritório fica na região da Vila Mariana, nas imediações da Cinemateca. Eu conheço lá. E sei que há pelo menos dois outdoors convencionais naquela rua. Mas como faço parte do Google AdSense / AdWord, tenho a oportunidade que meus anúncios sejam sobrepostos digitalmente aos anúncios colados nos outdoors daquelas ruas.</p>
<p>Isso significaria quem estiver no Google Maps Street View, navegando pela região da Vila Mariana (região onde o escritório do cliente anunciante do Google AdSense / AdWord está localizado), não mais veria os anúncios dos anunciantes reais que de fato compraram aquele espaço. Agora passariam a ver a projeção do anunciante local sobreposta a eles. </p>
<p>E assim o Google literalmente &#8220;re-venderia&#8221; os espaços de mídia a seus clientes. E duvido que tenha legislações que os impediria de fazer isso. </p>
<p>Esse é o estilo Google. Mas como todo &#8220;controlfreak&#8221;, um dia eles vão passar do ponto. Ou não.</p>
<p><a href="http://brevvi.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/01/google-street-view-20090702122407.png"><img src="http://brevvi.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/01/google-street-view-20090702122407-300x228.png" alt="" title="google-street-view-20090702122407" width="300" height="228" class="aligncenter size-medium wp-image-202" /></a></p>
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		<title>S&#227;o Sebasti&#227;o</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Sep 2009 16:39:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Brevvi</dc:creator>
				<category><![CDATA[atuais]]></category>

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		<description><![CDATA[
Depois de anos sem pisar no mar, apesar de ter viajado a negócios em 2009 para algumas cidades litorâneas, consegui três dias de folga, neste feriado de 7 de setembro que começou chuvoso e hoje (segunda) abriu um solão! Salve, São Sebastião!
Guaeca, uma praia cercada pelas montanhas, de mar bravo e morno, onde as nuvens [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://brevvi.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/076.jpg"><img src="http://brevvi.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/076-300x225.jpg" alt="" title="076" width="300" height="225" class="aligncenter size-medium wp-image-207" /></a><br />
Depois de anos sem pisar no mar, apesar de ter viajado a negócios em 2009 para algumas cidades litorâneas, consegui três dias de folga, neste feriado de 7 de setembro que começou chuvoso e hoje (segunda) abriu um solão! Salve, São Sebastião!</p>
<p>Guaeca, uma praia cercada pelas montanhas, de mar bravo e morno, onde as nuvens quase encostam no mar. Lindo.</p>
<p>O sol abriu na segunda, logo cedo pela manhã. E ao meio-dia o calor já estava nos cozinhando aqui em baixo. O Sol torra minha pela, mas durante os dias nublados pude aproveitar a praia o dia todo. Uma praia cercada pelas montanhas, que nos separa da cidade de São Sebastião. </p>
<p>Mas os dias nublados tem um problema&#8230; Não consegui conectar meu laptop na internet com meu TIM Web e ou com meu Smartphone 3G. E o engraçado que com os dias de sol, consegui. Subi até uma foto no <a href="http://www.flickr.com/photos/brevvi/3909183401/">Flickr</a>.</p>
<p>Sexta também… Antes de chegar à praia, na estrada, também tentei me conectar usando meu TIM Web, e nada&#8230; Li apenas alguns emails, mas o Flickr não funcionou.</p>
<p>Então…Viva o Sol!</p>
<a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save?linkurl=http%3A%2F%2Flostpop.com.br%2Fblog%2F2009%2F09%2F07%2Fso-sebastio%2F&amp;linkname=S%26atilde%3Bo%20Sebasti%26atilde%3Bo"><img src="http://lostpop.com.br/blog/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share/Bookmark"/></a>]]></content:encoded>
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		<title>Mariana, MG. Go Live, Go!</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Aug 2009 03:45:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Brevvi</dc:creator>
				<category><![CDATA[atuais]]></category>

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		<description><![CDATA[
Parte I
Cheguei em meu quarto 2&#215;2, em uma pousada colonial em Mariana, Minas Gerais, na Pousada Passo do Carmo (PPC). Cheguei à noite, na chuva &#8211; o motorista disse que não chovia na região há mais de três meses – depois de 14horas de percurso. Hoje de manhã, acordei às 6h30am, tomei um café rápido, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://brevvi.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/08/028.jpg"><img src="http://brevvi.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/08/028-300x225.jpg" alt="" title="028" width="300" height="225" class="aligncenter size-medium wp-image-209" /></a></p>
<p><strong>Parte I</strong></p>
<p>Cheguei em meu quarto 2&#215;2, em uma pousada colonial em Mariana, Minas Gerais, na Pousada Passo do Carmo (PPC). Cheguei à noite, na chuva &#8211; o motorista disse que não chovia na região há mais de três meses – depois de 14horas de percurso. Hoje de manhã, acordei às 6h30am, tomei um café rápido, passe na agência para pegar alguns livros que serão sorteados durante o lançamento do site nesta quarta-feira (26), e fui de taxi até Congonhas, onde peguei um avião para Belo Horinzonte. </p>
<p>BH fica cerca de 3h30 de Mariana, e como ir de taxi para lá me custaria o mesmo que o valor gasto na passagem de São Paulo até Confins (o aeroporto da capital mineira), tratei de arrumar uma carona com alguém da empresa que comprou o software que há três meses vem sendo desenvolvido. Semana passada fiquei sabendo que os funcionários desta empresa estariam em um seminário, no Hotel Ouro Minas. Bastaria então me encontrar com um tal João, que ele me deixaria em Mariana, em seu caminho de volta. Chegando aqui, seria só agendar um taxi para me levar no dia seguinte para Germano, há 30 kilômetros de Mariana, onde fica a planta da Mineradora e também a equipe que tenho que treinar para a utilizar do sistema.</p>
<p>Logo cedo, o telefone não parou de tocar… Mal desembarquei no aeroporto de BH, e meu celular já não tinha mais bateria. Quase um pequeno pânico, porque como combinaria com o meu carona que eu estava a caminho, e ele deveria me aguardar? Não combinei. Ele também não apareceu. Por precaução, decidir não ir de taxi de Confins para o Hotel Ouro Minas. Descobri que tinha um ônibus que sairia 1/4 do valor, e poderia me deixar em frente ao hotel.</p>
<p>No ônubus, conectei meu laptop e tentei estabelecer uma comunicação via email com o meu contato no hotel. Sem respostas. Lembrei que uma amiga me disse uma vez, “ninguém vive conectado no email, o tempo todo, como você!”. E esta frase insiste em ter razão ao longo dos anos. Segui então o combinado. Fui para o hotel, de onibus mesmo, sem celular, e com a certeza de encontrar alguém. E 50 minutos depois, encontrei no corredor, o homem que salvaria minha viagem. Salvo!</p>
<p>Ele estava de costas para mim, parado no meio do corredor, falando com alguém ao telefone. Tinha certeza que ia surpreendê-lo. E ele me vê. Mas foi só chegar ao seu lado, para ouvir, “[O Ricardo está aqui. Vou falar com ele. Depois nos falamos. Tchau]. Ricardo… Aconteceu tudo o que temíamos….”. </p>
<p>Eu eu achava que o mais difícil do dia seria arrumar a carona para Germano, Marina, Minas Gerias… Bonita cidade… Lembra Ouro Preto… De longe…</p>
<p>E amanhã tem mais…</p>
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		<item>
		<title>e.business faces method &#8211; part 1</title>
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		<pubDate>Sun, 23 Aug 2009 01:41:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Brevvi</dc:creator>
				<category><![CDATA[planejamento]]></category>

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		<description><![CDATA[Anxiety
Considere o início do negócio na chamada do desafio. Os integrantes, que lá decidiram assumir a responsabilidade de acordar a entrega, são agora os empreendedores – considere também que todo acordo exige uma nova empresa, onde se investe recursos e gasta-se energia – e possuem uma motivação de duração inicial à medial, maior que todos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Anxiety</strong></p>
<p>Considere o início do negócio na chamada do desafio. Os integrantes, que lá decidiram assumir a responsabilidade de acordar a entrega, são agora os empreendedores – considere também que todo acordo exige uma nova empresa, onde se investe recursos e gasta-se energia – e possuem uma motivação de duração inicial à medial, maior que todos os outros envolvidos, ou que venham a se envolver.</p>
<p>A motivação inicial dos empreendedores é maior até que a dos próprios requisitantes, que desenvolvem sua motivação após o período inicial, pois estão turvos com a ansiedade ocasionada pelo rísco. Os requisitantes, ao contrário dos empreendedores, chegam com maior motivação final que os demais, pelo mesmo sujeito de sua baixa performance inicial.</p>
<p>Por ser o produto a razão do empreendimento, afastar-se dela proporciona desgastes, perdas, e remove a transparência das projeções. Proximidade do rísco, o sujeito de todas as fases, predicado da ansiedade.</p>
<a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save?linkurl=http%3A%2F%2Flostpop.com.br%2Fblog%2F2009%2F08%2F22%2Fe-business-faces-method%2F&amp;linkname=e.business%20faces%20method%20%26%238211%3B%20part%201"><img src="http://lostpop.com.br/blog/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share/Bookmark"/></a>]]></content:encoded>
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		<title>Sobre o Information Design</title>
		<link>http://lostpop.com.br/blog/2007/05/10/sobre-o-information-design/?utm_source=rss&amp;utm_medium=rss&amp;utm_campaign=sobre-o-information-design</link>
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		<pubDate>Thu, 10 May 2007 23:16:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Brevvi</dc:creator>
				<category><![CDATA[atuais]]></category>
		<category><![CDATA[a bit of code]]></category>
		<category><![CDATA[a twist of stories]]></category>
		<category><![CDATA[and music]]></category>
		<category><![CDATA[digital architecture]]></category>
		<category><![CDATA[information design]]></category>
		<category><![CDATA[multimedia]]></category>
		<category><![CDATA[sketches]]></category>

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		<description><![CDATA[Em 1975, Richard Saul Wurman, na época presidindo a Associação Internacional de Arquitetura, organizou um evento que reuniu 5 mil arquitetos e designers, e nomeou este evento de &#8220;A Arquitetura da Informação&#8221;. Esse evento não só se tornou o primeiro registro oficial do uso da expressão, como também inaugurou o primeiro movimento em massa focado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em 1975, <a href="http://www.wurman.com/rsw/index.html" target="_blank">Richard Saul Wurman</a>, na época presidindo a Associação Internacional de Arquitetura, organizou um evento que reuniu 5 mil arquitetos e designers, e nomeou este evento de &#8220;A Arquitetura da Informação&#8221;. Esse evento não só se tornou o primeiro registro oficial do uso da expressão, como também inaugurou o primeiro movimento em massa focado a discutir como os princípios do design poderiam servir para organizar, estruturar e criar informação, envolvendo atividades e processos multidisciplinares.</p>
<p>Nos anos 80, a maioria dos informations designers desenvolvia um trabalho dedicado a organizar o material impresso, no sentido de elaborar linguagens de sinais, gráficos e trabalhos de editoração gráfica, com o intuito de formatar a documentação conforme as necessidades de cada empresa, ou corporação. Neste período, um dos nomes de maior notabilidade é <a href="http://louisrosenfeld.com/home/" target="_blank">Lou Rosenfeld</a>.</p>
<p>Na década seguinte, a tecnologia se tornou acessível à maioria, e adventos como a Internet e outras tecnologias interativas de comunicação trouxeram a tona novos conceitos e profissionais relacionados ao termo. Information design, information architecture, <em><a href="http://www.experiencedesignernetwork.com/archives/000368.html" target="_blank">experience design</a></em>, interactive design, document design etc, foram algumas das expressões que surgiram nesse período. Ao meu ver, o ID nos anos 90 seguiu em fase experimentalista. Começaram a fundir técnicas de design gráfico e arquitetura, a técnicas de marketing, redação, desenvolvimento tecnológico, criando assim um campo fértil para novas experiências.</p>
<p>Profissionais de ID desenvolviam projetos de sistemas de informação, <a href="http://www.inf.ufrgs.br/~carla/publications.html">ambientes tridimensionais imersivos</a> criados com realidade virtual, padrões de documentação interna multi-plataforma, e até <a href="http://web.mit.edu/puzzle/www/06/puzzles/epcot_center/" target="_blank">parque temáticos</a>. Sem dúvida nenhuma foi um período de muita fertilidade. Alguns dos nomes que merecem destaque são <a href="http://www.nathan.com/resources/" target="_blank">Bob Jacobson</a> (um Experience Designer), <a href="http://www.wqusability.com/" target="_blank">Whitney Quesenbery</a> (uma User-Centered Information Designer) e <a href="http://www.arts.uwaterloo.ca/~ipederse/Schriver.htm">Karen Schriver</a> (uma Documentation Designer).</p>
<p>Em fim, o conceito information design, e os termos periféricos que os acompanha, vão de acordo com a especialidade e o foco de cada designer envolvido.</p>
<p>Para mim, termos como <em><a href="http://www.eleganthack.com/archives/cat_user_centered_design.html" target="_blank">User-Centered Design</a></em>, <a href="http://www.boxesandarrows.com/view/aiga_experience_design_past_present_and_future">Experience Design</a> e <a href="http://www.ampledesign.co.uk/va/index.htm">Interactive Design</a> designariam melhor minhas aplicações de mercado, principalmente por focar em soluções de tecnologia interativa.<br />
A essência desse profissional é fazer com que a idéia seja passada, a informação seja transmitida da melhor forma possível e seu processo arquivado. E o meio digital, o conteúdo audiovisual, é perfeito para isso.</p>
<p class="blogger-post-footer">© 2007 Brevvi Information Design</p>
<a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save?linkurl=http%3A%2F%2Flostpop.com.br%2Fblog%2F2007%2F05%2F10%2Fsobre-o-information-design%2F&amp;linkname=Sobre%20o%20Information%20Design"><img src="http://lostpop.com.br/blog/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share/Bookmark"/></a>]]></content:encoded>
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